quarta-feira, 30 de março de 2011

Brasiliana Eletrônica

A Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, com apoio do MEC, FINEP e outras instituições, lançou o projeto “Brasiliana Eletrônica”, que objetiva digitalizar e disponibilizar na Internet toda a Coleção Brasiliana, editada de 1931 a 1993 pela Companhia Editora Nacional, de São Paulo – SP.

Trata-se de um conjunto de 415 volumes, de autores nacionais e estrangeiros, sobre vários assuntos (história, geografia, antropologia, folclore, sociologia, biografia, narrativas de viagem etc.), abrangendo todo o Brasil.

Dentre as mais de 100 obras já disponíveis para leitura no portal do projeto, destacam-se as seguintes, todas sobre a Amazônia: “Na planície amazônica” (Raimundo de Morais, volume 63); “À margem do Amazonas” (Aurélio Pinheiro, volume 86); “Amazônia – a terra e o homem” (José Francisco de Araújo Lima, volume 104); “O vale do Amazonas” (Tavares Bastos, volume 106); “Viagem pelo Amazonas e Rio Negro” (Alfred Russell Wallace, volume 156); “Viagem ao Tapajós” (Henri Coudreau, volume 208).

A “Brasiliana Eletrônica” está disponível no sítio: http://www.brasiliana.com.br.http://www.brasiliana.com.br/brasiliana/colecao/obras

sexta-feira, 25 de março de 2011

Bibllioteca Digital da UNICAMP

A UNICAMP possui uma biblioteca digital na qual disponibiliza dissertações, teses, trabalhos de conclusão de curso, revistas eletrônicas, dentre outros serviços.
Para baixar qualquer arquivo do site da biblioteca é necessário apenas fazer um rápido cadastro informando o nome, email e instituição a que pertence.

Mais uma dica de espaço para pesquisa: http://cutter.unicamp.br/

Das antigüidades americanas: arqueologia e relatos dos viajantes naturalistas no Nordeste do Brasil – séculos XVIII e XIX

Artigo do professor do Departamento de História da UFRN e coordenador do Laboratório de Arqueologia, Roberto Airon Silva.

Resumo: A importância do estudo e da valorização das fontes escritas para a arqueologia hoje exige a aproximação do trabalho do arqueólogo ao ofício do historiador. Dentre essas variadas formas de fontes escritas estão os relatos etnográficos e os relatos de viagem, em especial aquelas dos viajantes naturalistas. O esboço promovido pela observação desses viajantes promoveu um olhar diferenciado do olhar de cronistas e viajantes coloniais, pois a formação destes naturalistas exigia a produção de uma observação científica e sistemática da natureza, da terra e do homem. No contexto das novas tendências para a arqueologia no Brasil, esses dados podem promover importantes achados e o conhecimento do universo das idéias que permearam esses relatos e sua relação com a prática arqueológica.
Palavras – chave: Relatos de viagem, naturalistas, história da arqueologia no Brasil.

quinta-feira, 24 de março de 2011

A dinâmica da escravidão no Brasil: Resistência, tráfico negreiro, alforrias, séculos XVII a XIX

Artigo do Profº Dr. do departamento de História da FFLCH/USP, Rafael de Bivar Marquese.

RESUMO: O artigo examina as relações entre o tráfico negreiro transatlântico para o Brasil, os padrões de alforria e a criação de oportunidades para a resistência escrava coletiva (formação de quilombos e revoltas em larga escala), do final do século XVII à primeira metade do século XIX. Valendo-se das proposições teóricas de Patterson e Kopytoff, sugere uma interpretação para o sentido sistêmico do escravismo brasileiro na longa duração, sem dissociar a condição escrava da condição liberta, nem o tráfico das manumissões.
PALAVRAS-CHAVE: escravidão; história do Brasil; tráfico negreiro; alforrias; resistência escrava.

domingo, 20 de março de 2011

Música e ditadura no Brasil

Aos interessados em compreender um pouco melhor a questão da produção musical e eventos culturais no período da ditadura militar no Brasil, seguem links para baixar alguns artigos que tratam do assunto:

A música na ditadura militar brasileira: análise da sociedade pela obra de Chico Buarque de Holanda: http://www.4shared.com/document/MRble_pP/A_msica_na_ditadura_militar_br.html

A questão da cultura popular: as políticas culturais do Centro Popular de Cultura da UNE: http://www.4shared.com/document/t-vr5Jr2/A_questo_da_cultura_popular_-_.html

Edu Lobo e Carlos Lyra: o nacional e o popular na canção de protesto (os anos 60): http://www.4shared.com/document/bslslTXk/Edu_Lobo_e_Carlos_Lyra_-_o_nac.html

MPB: a trilha sonora da abertura política (1975-1982): http://www.4shared.com/document/GOrhMcVH/MPB_-_a_trilha_sonora_da_abert.html

MPB dos anos 70: resistência política e consumo cultural: http://www.4shared.com/document/NJgtX_r0/MPB_dos_anos_70_-_resistncia_p.html

sábado, 19 de março de 2011

Livros para download

Universidade de São Paulo disponibiliza em site livros para download.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Portal Brasil Republicano

Pesquisadores do projeto "O Rio de Janeiro e a experiência democrática nas páginas dos jornais: ideologias, culturas políticas e conflitos sociais (1946-1964)", com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), criaram um portal para auxiliar os professores do ensino médio. Nele estão reunidos documentos para o estudo da democracia liberal no Brasil de 1946 a 1964, fontes iconográficas, links de artigos de pesquisadores de diversas universidades, dicas de livros e filmes, teses, dissertações, textos teóricos sobre História Cultural, História Política e ensino de História, avisos sobre congressos, seminários e cursos.

Acervo do "Útima Hora" na internet

Acervo inédito do jornal Última Hora, criado por Samuel Wainer e Getúlio Vargas, foi digitalizado e está disponível na internet. Este acervo foi escondido durante anos pela filha de Samuel.

O acervo da Última Hora pode ser visto no site: http://www.arquivoestado.sp.gov.br/uhdigital/

quarta-feira, 16 de março de 2011

Estado, nação e região na obra de Arthur Cézar Ferreira Reis

Artigo de Sidney Lobato publicado em 2009 na Revista Diálogos.

RESUMO:

Enquanto a fase ensaísta da historiografia se encerrou no Sudeste na década de 1960, no Norte esta fase se prolongaria até a década de 1970. Na Amazônia, desde o início da década de 1930 ganharam destaque os estudos
produzidos pelo historiador Arthur Cézar Ferreira Reis. Autor de dezenas de livros, Reis chamava a atenção para a importância de uma ação estatal desenvolvimentista para a região amazônica. Em consonância com os escritores
do chamado pensamento nacionalista autoritário, aquele historiador amazonense contribuiu para o fortalecimento de uma tradição que permanentemente se renova: pensar a nação brasileira como um ente carente da ação civilizadora do Estado.
PALAVRAS-CHAVE: Historiografia; Amazônia; Estado-Nação.

Memórias cartaginesas: modernismo, Antiguidade clássica e a historiografia da Independência do Brasil na Amazônia, 1823-1923

Artigo de Aldrin Figueiredo publicado em 2009 na revista semestral Estudos Históricos, a qual dedica-se à História Brasil.

José Veríssimo: Pensamento Social e Etnografia da Amazônia (1877-1915)

Artigo de José Maia publicado em 1999 na Revista de Ciências Sociais Dados.
Não encontrei o artigo em formato pdf para baixar. No entanto, ele está disponível para leitura no site do Scielohttp://www.scielo.br/scielo.php?pid=s0011-52581999000300006&script=sci_arttext

O botânico e o mecenas: João Barbosa Rodrigues e a ciência no Brasil na segunda metade do século XIX

Artigo de Magali Sá publicado em História, Ciências, Saúde - Maguinhos, vol. VIII (suplemento).

RESUMO: O trabalho analisa a trajetória científica do naturalista brasileiro João Barbosa Rodrigues, enfatizando seus estudos botânicos e abordando os seguintes aspectos: a história natural e a política científica brasileira a partir da segunda metade do século XIX; a transformação de Barbosa Rodrigues de botânico amador em profissional; a decisiva influência do mecenas Guilherme Schüch de Capanema em sua carreira; e a afirmação de Rodrigues como membro do cenário científico nacional e internacional.
PALAVRAS-CHAVE: mecenato; século XIX; botânica; Barbosa Rodrigues; barão de Capanema.

Motins políticos e a Historiografia Imperial: a inserção de um intelectual amazônico nos quadros do IHGB

Artigo de Luciano Lima publicado em novembro de 2010 na revista eletrônica semestral Almanack. De acordo com o site da revista (http://www.brasiliana.usp.br/almanack/index.php/almanack/pages/view/apresentacao), ela foi "criada no primeiro semestre de 2005, como parte das atividades desenvolvidas no âmbito do Projeto Temático coordenado por Jancsó, (...) e publica trabalhos voltados para história do Brasil e da América portuguesa nos séculos XVIII e XIX, privilegiando não só o processo de formação do Estado e da nação no Brasil, bem como sua interface com o mundo hispânico e a conjuntura mundial no período citado. Como uma referência consolidada na área, a Revista passou a ser, a partir do segundo semestre de 2010, administrada e dirigida conjuntamente por seu núcleo original e pelo grupo do CEO-PRONEX, como expressão da parceria firmada entre os dois maiores grupos de pesquisa do país dedicados à temática. Os pesquisadores envolvidos nessa empreitada, e consequentemente na temática, estão vinculados a várias instituições - em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo – as quais são representadas nessa parceria: USP, UNIFESP, UFF, UNIRIO, UERJ, UFJF, UFOP, UFES e UFRRJ. Trata-se de experiência interinstitucional inovadora e promissora, que deverá contribuir para alargar ainda mais a interlocução, divulgação de trabalhos e compreensão crítica acerca do período enfocado".

Resumo do artigo:
"O presente trabalho irá analisar aspectos da recepção do livro 

Motins Políticos ou história dos principais acontecimentos políticos na Província do Pará desde o ano de 1821 até 1835, do historiador Domingos Antônio Raiol. Sua narrativa, voltada para a descrição dos conflitos político-sociais no Pará entre as décadas de 1820 e 1830, também foi responsável diretamente pela inserção deste historiador e político paraense no seleto grupo de intelectuais pertencentes ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro no século XIX. A partir deste pressuposto analítico, este artigo irá estudar este difícil percurso, caracterizado como um processo que envolvia muito mais que a capacidade intelectual."



Usos e leituras da obra de um Barão: percepções sobre 'Motins Políticos' nos séculos XIX e XX

Artigo publicado por Luciano Lima no 3º volume da revista Antíteses, da Universidade Estadual de Londrina.


RESUMO 
Este artigo irá analisar o processo de recepção do livro  Motins Políticos ou história dos principais acontecimentos políticos na Província do Pará desde o ano de 1821 até 1835, do historiador Domingos Antônio Raiol. Sua narrativa, voltada para a descrição dos conflitos político-sociais no Pará, entre as décadas de 1820 e 1830, se transformou pela sua grandiosidade e riqueza documental, na principal fonte de pesquisas sobre o passado amazônico no primeiro reinado e Regência, e também recebeu inúmeras críticas e considerações provenientes da intelectualidade contemporânea e posterior, que no decorrer dos séculos XIX e XX, observou os escritos desse autor através de análises, marcadas pelos valores políticos e ideológicos de cada época. 
PALAVRAS-CHAVE: Brasil; recepção; intelectualidade; p0lítica, historiografia; Motins Políticos; Domingos Antônio Raiol (barão do Guajará).

Colóquio de Estudos Agrarios - Usos da terra na Amazônia

O evento, realizado pela Faculdade de História do Tocantins e o Grupo de Pesquisa Usos da terra na Amazônia Luso Brasileira, ocorrerá nos dias 24 e 25/03 em Cametá, e terá a seguinte programação:



Mesas redondas: 

24/03/11 - 15:00h às 17:30h - Elites e espaço na Amazônia colonial. Palestrantes, Joel dos Santos Dias, David Salomão Feio e José Alves de Souza Junior
24/03/11 - 18:00h às 20:30h - Territorialidade e ocupação na Amazônia colonial - Wania Alexandrino Viana, Vanice Siqueira de Melo e Rafael Chambouleyron
25/03/11 - 10:00h às 12:30h - Agricultura e espaço na Amazônia colonial - Raimundo Moreira Neto e Leila Mourão
25/03/11 - 14:30h às 17:00h - Paisagem, ambiente e sociedade na Amazônia oitocentista - Magda Ricci, Eliana Ramos, Bruno da Ponte Souza e Francivaldo Alves Nunes
25/03/11 - 17:30h às 20:00h - Questões de terra na contemporaneidade - Elias Sacramento e Carlos Leandro Esteves.


Informações e inscrições: fan@ufpa.br; fones: 3781-1258 / 88329502.

terça-feira, 15 de março de 2011

Memória da Educação na Internet

Um novo conjunto de documentos do acervo do Arquivo Público do Estado de São Paulo relacionados à educação acaba de ser incluído no site temático “Memória da Educação”. São mais 4.000 ilustrações e fotografias, além de 64 Relatórios das Delegacias Regionais de Ensino do Estado de São Paulo à disposição do público. Com esse verdadeiro reforço, o site "Memória da Educação" chega a 25 mil documentos digitalizados. Acesse e confira: http://www.arquivoestado.sp.gov.br/educacao

Notícia retirada de: http://cafehistoria.ning.com/

IX Encontro Regional Sudeste de História Oral: "Diversidade e Diálogo"

O Encontro, que em 2011 tem lugar na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, com promoção da Associação Brasileira de História Oral – Regional Sudeste, tem seu foco central na discussão dos desafios contemporâneos da história oral, em seus aspectos teóricos, metodológicos e temáticos. 
Após um importante período de difusão da metodologia da história oral – que incluiu longos debates sobre as vantagens, os problemas e a legitimidade do uso de fontes orais em diferentes disciplinas –, ela parece estar plenamente consagrada como um valioso recurso para variados estudos sobre o presente. Diante disso, o tema Diversidade e Diálogo coloca em pauta as conquistas consolidadas da história oral no Brasil, bem como seus novos desafios na era contemporânea.
O evento ocorrerá nos dias 16, 17 e 18 de agosto de 2011. As inscrições para apresentação de trabalhos ficarão abertas até o dia 30 de março de 2011. Professores, pesquisadores e estudantes de pós-graduação e graduação podem enviar seus resumos para o evento seguindo as instruções disponíveis no site: http://each.uspnet.usp.br/gephom/encontroregional2011
Confira os GTs, obtenha maiores informações e envie sua proposta pelo site: http://each.uspnet.usp.br/gephom/encontroregional2011

Prêmio Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro - 2011

Já se encontra aberto prazo de inscrições para o Prêmio Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro, em sua edição de 2011. O concurso promovido bienalmente tem como objetivo distinguir pesquisas baseadas no acervo do Arquivo Público do Estado do Rio de Janeiro. Com apoio da Imprensa Oficial, a distinção garante a publicação em livro da pesquisa selecionada por comissão julgadora composta por pesquisadores de renome no meio acadêmico fluminense. As inscrições podem ser feitas até o dia 20 de abril de 2011 e o material solicitado deve ser enviado ao APERJ.
Para maiores informações e para obter a ficha de inscrição acesse: http://www.aperj.rj.gov.br/

História Social - Revista dos pós-graduandos em História da Unicamp

A revista História Social (HS) é uma publicação semestral, nos formatos eletrônico e impresso, de responsabilidade dos alunos do Programa de Pós-Graduação em História do IFCH/UNICAMP. Os artigos publicados podem ser baixados gratuitamente através do site da revista: http://www.ifch.unicamp.br/ojs/index.php/historiasocial
Aproveitem e usufruam dessa fonte de pesquisa!
Roger Chartier, nascido em 1945, em Lyon, França, é um historiador vinculado à terceira geração da Escola dos Annales e que trouxe contribuições significativas para a História Cultura.
Dentre suas obras está o livro A História Cultural: entre práticas e representaçõescomposto por oito ensaios publicados entre 1982 e 1986: http://www.4shared.com/account/document/oHXv71Yw/A_Histria_Cultural_-_Entre_prt.html

Pensando um pouco sobre a licenciatura

Fim da graduação se aproximando e vem a pergunta: o que farei depois?
“O que fazer após a graduação” pode tornar-se para alguns o tipo de decisão de tirar o sono. Mestrado e concurso público são as opções de maior destaque. E refletindo sobre as possibilidades que me levam a um e a outro, deparei-me refletindo um pouco mais acerca da licenciatura. Creio que o sentimento de muitos varia de um extremo a outro quando o assunto é lecionar: salários injustos, satisfação ao perceber que a turma apreendeu o que você queria transmitir, péssimas condições de trabalho, carinho e reconhecimento de alguns alunos, etc.
Recentemente, conversando com um amigo que está iniciando sua carreira de professor, ele me disse uma coisa que achei interessante: “Quando a gente entra na sala de aula esquece tudo, dos problemas, que é mal pago... tudo o que se quer é dar a melhor aula para aquelas crianças”. Um dia após essa conversa, deparo-me com a matéria de capa da revista Cidade Nova: “Professores no limite da resistência - Estresse e transtorno mental estão entre as principais causas de afastamento de muitos profissionais da atividade docente. O Estado e toda a sociedade precisam investir urgentemente na promoção dos professores” (Ver:http://www.cidadenova.org.br/RevistaCidadenova/#LoginAss). Conclusão: quem decide investir cerca de quatro anos de sua vida cursando uma licenciatura gosta de sofrer.
Mas só isso?
Também recentemente encontrei uma edição especial da revistaNova Escola, a qual apresenta os grandes pensadores da educação, bem como a história do pensamento pedagógico no Ocidente. Ao ler esta edição, uma parte em especial causou-me surpresa e inspiração: “A educação é o ponto em que decidimos se amamos o mundo o bastante para assumirmos a responsabilidade sobre ele” – Hannah Arendt. Agora irei explicar minhas reações diante desta afirmação. Fiquei surpresa porque após um semestre inteiro estudando sobre o totalitarismo a partir do pensamento de Arendt durante a disciplina de História Contemporânea II, nunca imaginei que esta pensadora liberal tivesse dedicado tempo para refletir sobre a educação. E como disse, esta frase causou-me ainda inspiração. Poxa, também eu sou responsável pelo mundo enquanto educadora! Que responsabilidade gigantescamente encantadora, não é mesmo?!
Além disso, há aqueles exemplos de carne e osso, com os quais nos deparamos diariamente ou já nos deparamos em algum momento no passado: aqueles queridos professores, para os quais cultivamos enorme respeito e carinho, e tornaram-se, mesmo sem querer, nossa inspiração.
Enfim, a licenciatura apresenta seus prós e contras; no entanto, para aqueles que apresentam dom para tal e abraçam essa responsabilidade, ela nunca deixa de ser uma experiência contínua de ensino-aprendizagem, de transformação dos outros e de si, bem como de instigadora na forma de (re)pensar a si e o mundo.
Para refletir e (re)pensar um pouco mais acerca da docência, indico as seguintes leituras:
- Edição Especial Grandes Pensadores, da revista Nova Escola:http://revistaescola.abril.com.br/edicoes-especiais/022.shtml
- Artigo do Professor Dr. Márcio Couto, da UFPA, Ser educador: uma experiência modificadora de si:http://seer.ucg.br/index.php/educativa/article/view/1255/868


Esta postagem foi originalmente publicada no blog Fios de Pensamento (http://julibrandao.blogspot.com/). Aqui ela está com algumas pequenas modificações.
Os artigos "Apontamentos para pensar o ensino de História hoje: reformas curriculares, Ensino Médio e formação do professor", de Marcelo de Souza Magalhães, e "Experiências de Ex-alunos de História da UFF no Magistério de 1º E 2º Graus: Uma Abordagem Preliminar", de Marcelo Badaró Mattos, ambos publicados na revista Tempo, foram indicados pelo Profº Dr. Márcio Couto, da UFPA, para compor a bibliografia básica da disciplina Estágio Supervisionado III, ministrada por ele durante este primeiro semestre de 2011.

Abaixo seguem os links para baixar ambos os artigos: